"A preguiça é uma das minhas melhores características."

— O Nome do Vento - A Crônica do Matador do Rei: Primeiro dia (Patrick Rothfuss)

1 day ago on 25 May, 12 | 1 notes

"O orgulho é uma tolice, mas é uma força poderosa."

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

2 days ago on 24 May, 12 | 1 notes

"A fama é uma espécie de armadura ou uma arma que se pode brandir quando necessário."

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

2 days ago on 24 May, 12 | 1 notes

"O medo costuma vir da ignorância."

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

2 days ago on 24 May, 12 | 2 notes

"O arrependimento fica com a gente pra sempre."

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

2 days ago on 24 May, 12 | 1 notes

A maior faculdade que nossa mente possui é, talvez, a capacidade de lidar com a dor. O pensamento clássico nos ensina sobre as quatro portas da mente, e cada um cruza de acordo com a sua necessidade.
Primeiro, existe a porta do sono. O sono nos oferece uma retirada do mundo e de todo o sofrimento que há nele. Marca a passagem do tempo, dando-nos um distanciamento das coisas que nos magoaram. Quando uma pessoa é ferida, é comum ficar inconsciente. Do mesmo modo, quem ouve uma notícia dramática comumente tem uma vertigem ou desfalece. É a maneira da mente se proteger da dor, cruzando a primeira porta.
Segundo, existe a porta do esquecimento. Algumas feridas são profundas demais para cicatrizar, ou profundas demais para cicatrizar depressa. Além disso, muitas lembranças são simplesmente dolorosas e não há cura alguma a realizar. O provérbio “O tempo cura todas as feridas” é falso. O tempo cura a maioria das feridas. As demais ficam escondidas atrás dessa porta.
Terceiro, existe a porta da loucura. Há momentos em que a mente recebe um golpe tão violento que se esconde atrás da insanidade. Ainda que isso não pareça benéfico, é. Há ocasiões em que a realidade não é nada além do penar, e, para fugir desse penar, a mente precisa deixá-las pra trás.
Por último, existe a porta da morte. O último recurso. Nada pode ferir-nos depois de morrermos, ou assim nos disseram.

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

A maior faculdade que nossa mente possui é, talvez, a capacidade de lidar com a dor. O pensamento clássico nos ensina sobre as quatro portas da mente, e cada um cruza de acordo com a sua necessidade.

Primeiro, existe a porta do sono. O sono nos oferece uma retirada do mundo e de todo o sofrimento que há nele. Marca a passagem do tempo, dando-nos um distanciamento das coisas que nos magoaram. Quando uma pessoa é ferida, é comum ficar inconsciente. Do mesmo modo, quem ouve uma notícia dramática comumente tem uma vertigem ou desfalece. É a maneira da mente se proteger da dor, cruzando a primeira porta.

Segundo, existe a porta do esquecimento. Algumas feridas são profundas demais para cicatrizar, ou profundas demais para cicatrizar depressa. Além disso, muitas lembranças são simplesmente dolorosas e não há cura alguma a realizar. O provérbio “O tempo cura todas as feridas” é falso. O tempo cura a maioria das feridas. As demais ficam escondidas atrás dessa porta.

Terceiro, existe a porta da loucura. Há momentos em que a mente recebe um golpe tão violento que se esconde atrás da insanidade. Ainda que isso não pareça benéfico, é. Há ocasiões em que a realidade não é nada além do penar, e, para fugir desse penar, a mente precisa deixá-las pra trás.

Por último, existe a porta da morte. O último recurso. Nada pode ferir-nos depois de morrermos, ou assim nos disseram.

O Nome do Vento - A Crônica do Matador de Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)


2 days ago on 24 May, 12 | 6 notes

"Essa era outra lição que eu havia aprendido, talvez bem demais: as pessoas significam sofrimento."

O Nome do Vento - A Crônica do Matador do Rei: Primeiro Dia (Patrick Rothfuss)

3 days ago on 23 May, 12 | 1 notes

"Quanto mais voce se importa, mais voce tem a perder."

— Harry Potter (via escolhasdevida)

6 days ago on 20 May, 12 | 41 notes

"O universo é como uma sinfonia, com notas tristes, felizes, enérgicas, às vezes desafinadas. Estamos vivos não apenas para escutar a canção, impassíveis a seus acordes, mas para participar dela - sofrendo, sorrindo, amando."

Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida (Eduardo Spohr)

1 week ago on 15 May, 12 | 6 notes

"Deus é um nome, um conceito. Seu verdadeiro significado transcende qualquer pensamento, está além da ideia de ser ou não ser, além mesmo da categoria de existir ou não existir."

Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida (Eduardo Spohr)

2 weeks ago on 12 May, 12 | 2 notes